Saiba tudo sobre o projeto e seus envolvidos

Mais especificamente o campus de Canindé, é a instituição na qual o projeto foi elaborado por professores e alunos da mesma, que irão dar seguimento às atividades da proposta. Saber mais

Grupo de pesquisa do IFCE campus Canindé que desenvolveu as plataformas utilizadas e auxilia em toda a parte técnica do projeto em relação a conteúdo digital.  Saber mais

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Apresentação

O projeto IFCEmCASA se dá a partir da prática de atividade física (AF) em casa, como uma forma de incentivar a manutenção de hábitos saudáveis em tempos de pandemia. O projeto consiste no desenvolvimento de aulas online, no combate a hábitos desfavoráveis a saúde como o comportamento sedentário, promovendo uma prática domiciliar de AF regular orientada, por profissionais de Educação Física e discentes do curso de licenciatura em Educação Física do quinto semestre, além de promover uma socialização virtual.

Descrição

Objetivo Geral:
Estimular a prática regular de atividade física em casa para manutenção da saúde e fortalecimento do sistema imunológico da comunidade IFCE.

Objetivo Específico:
Ofertar regulamente aulas online diversificada como ginástica, alongamento, lutas e dança;
- Viabilizar através da prática regular orientada a manutenção da saúde e um estilo de vida ativo;
- Proporcionar uma socialização virtual e um bem estar físico e mental;
- Incentivar a participação de acadêmicos em Educação Física nas ações do programa de exercícios físicos;
- Despertar o interesse por uma vida fisicamente mais ativa.
- Elaborar trabalhos acadêmicos sobre a participação e aspectos observados com as intervenções orientadas ex. percepção de bem estar e saúde.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, em 30 de janeiro de 2020, que o surto da doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19) constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância
Internacional, como o mais alto nível de alerta da Organização, conforme previsto no Regulamento Sanitário Internacional (2005). Em 11 de março de 2020, Tedros Adhanom, diretor geral da OMS, declarou o estado
da contaminação a COVID-19 como uma pandemia (OPAS, 2020).
Essa pandemia do coronavírus, provocou uma mudança de comportamento e de rotina a toda população mundial, especialmente no que se refere ao distanciamento social, considerada pela organização uma das
formas mais eficazes de combate a proliferação rápida e devastadora da doença. Esta medida também foi adotada e tem sido incentivada em todo território brasileiro, com fechamento de estabelecimentos como
escolas, academias, comércio entre outros.
No estado do Ceará, o governo decretou desde o dia 16 de março suspensão das aulas e atividades não essenciais, e vem orientando, por diversos meios e decretos, a importância da permanência domiciliar e o
afastamento social para achatamento dos números dos casos da covid-19 no estado.
Diante das recomendações e da nova dinâmica domiciliar, principalmente com fechamentos de espaços públicos (praças) e academias, torna-se propício a adoção de hábitos desfavoráveis a saúde, como o
aumento do comportamento sedentário e maior tempo em frente a tela. Para Ferreira et. al (2020) na condição de impedimento em um período de reclusão domiciliar a população tende a adotar uma rotina
sedentária, o que favoreceria a um aumento no ganho de peso corporal e surgimento de comorbidades associadas a maior risco cardiovascular, como obesidade, aumento da pressão arterial, intolerância à glicose,
bem como transtornos psicossociais como ansiedade e depressão.
Por outro lado, o incentivo a manutenção do hábito de atividade física é uma medida preventiva para saúde e fundamental durante esse momento de enfrentamento contra a disseminação do vírus, pois ajuda no
potencial de defesa imunológico. De acordo com a Sociedade Internacional de Exercício e Imunologia (ISEI, 2014), de três ou quatro sessões semanais curtas de treino de força e de ginástica aeróbica de médio
impacto (como correr, ou dançar) são suficientes para o sistema imunológico produzir mais células natural killers (NK), que protegem o corpo contra infecções.
Em relação as recomendações semanais de pratica de atividade física a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda 150 minutos semanais de atividade física leve ou moderada (cerca de 20 minutos por dia)
ou, pelo menos, 75 minutos de atividade física de maior intensidade por semana (cerca de 10 minutos por dia) o que sugere orientação profissional adequada.
Desse modo, Ferreira et. al (2020) destaca que, diante do avanço exponencial desta pandemia no Brasil, a recomendação dos profissionais de saúde para que a população tenha uma vida fisicamente ativa deve ser
encarada como uma importante abordagem para o combate ao COVID-19 e às eventuais consequências do confinamento social juntamente às demais medidas que estão sendo adotadas pelos setores de saúde
pública mundial.
Portanto, o programa IFCEmCASA buscará incentivar e contribuir com a manutenção de uma vida fisicamente ativa, de forma orientada, atendendo as mudanças e readaptações de uma rotina em tempos de
isolamento, adequando-se a prática ao espaço e condições domiciliar da comunidade IFCE. 

Conheça a equipe

Esses são os envolvidos no projeto IFCEmCASA

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